Já faz um bom tempo que gravamos o podcast com o Artur do canal "Super Vocetubeia 64", hoje vamos mostrar um pouco da coleção dele de N64.
 

Super Mario 64, tanto a versão americana quanto a japonesa (sendo que um delas está autografada, veja o vídeo abaixo!), além do Mario Kart 64 americano e o bundle japonês com o controle.
(Vídeo onde o Charles está autografando o Super Mario 64 do Artur)


Aqui temos:
  • Conker's Bad Fur Day
  • Diddy Kong Racing (americano e japonês)
  • Donkey Kong 64 (americano e japonês)
  • GoldenEye 007
  • Banjo-Tooie
  • Jet Force Gemini
  • Mickey's Speedway USA (ou Mickey's Racing Challenge USA )

  • The Legend of Zelda: Ocarina of Time (US e JAP)
  • The Legend of Zelda: Majora's Mask (Big Box japonesa)

  • Bomberman 64 (Europeu)
  • Wave Race 64
  • Quest 64
  • Mission Impossible
  • Pokémon Snap
  • International Super StarSoccer 2000
  • Duke Nukem: Zero Hour
  • Hybrid Heaven
  • Aero Fighters Assault (Koreano acredito eu)
  • Adaptador para jogar os games europeu no console americano

A Coleção de games do Goemon no N64 (Artur é um grande fã dessa franquia):
  • Goemon Mononoke Sugoroku (JAP)
  • Mystical Ninja 2: Goemon's Great Adventure (EUR e JAP)
  • Mystical Ninja Starring Goemon (US, JAP e EUR)

Nessa fotos temos só jogos japonês completos:
  • Yuke-Yuke Trouble Makers (Mischief Makers)
  • F-Zero X
  • Sin and Punishment: Hoshi no Keishōsha
  • Wave Race 64 (na duas versões) 
  • Star Wars: Shadows of the Empire
  • Pilotwings 64
  • Top Gear Rally

  • Donkey Kong 64 (Big Box)
  • Violence Killer: Turok New Generation (Turok 2: Seeds of Evil)
E por último, os cartuchos "Loose":
  • Star Fox 64
  • Banjo-Kazooie
  • Paper Mario
  • Bomberman Hero
  • Turok
  • Extreme-G
  • Multi-Racing Championship
  • Star Wars Episode I: Racer
  • Hybrid Heaven
  • World Driver Championship
  • Waialae Country Club Golf
  • O Adaptador Ultra 64
Caso você queira conhecer o canal do Artur, é só clicar aqui.

Agradecer novamente ao Artur por ter participado do nosso podcast e de ter compartilhado a coleção dele aqui.

Caso você queira que a sua coleção também apareça aqui, é só entrar em contato conosco tanto por aqui, quanto em nosso facebook ou pelo email: n64brasil@yahoo.com

Até a próxima pessoal!


Aviso:  É recomendável que se leia o artigo todo com muita atenção para entender a intenção do seu autor. O objetivo não é ofender ninguém, sim apontar um problema que está acontecendo, dito isso, aproveite o texto. As informações mais importantes estarão em negrito para chamar mais atenção.

Colecionar console e games antigos estão na moda, pessoas querem reviver os momentos da infância e para isso, procura pelos games que jogou e se divertiu, nada mais normal. Com isso tudo, a brincadeira começou a ficar cada vez mais cara, pessoas percebiam que havia muita gente que colecionava games e decidiram aproveitarem e entrar nesse mercado.

Em economia, temos a lei da oferta e demanda, onde ela diz que se a oferta for maior que a demanda o preço desce e se a demanda for maior, acontece o inverso, os preços aumentam, além disso, esse princípio também alegar que para se descobrir o preço de um determinado produto, basta jogar ele no mercado para descobrir o seu preço. Sem querer entrar muito a fundo nessa área, resumindo tudo, o mercado se alto regula (só em raras exceções o governo deve intervir).

O mercado retrô de games, por outro lado, não segue essa mesma tendência, até mesmo os games cujo não tem uma procura tão grande ou que são extremamente comuns, são taxados a preços altos.

Existem inúmeros motivos para que isso aconteça, é importante entender esse fenômeno para poder entender o caso do Conker e de muitos games por aí. Vamos estabelecer 5 regras que ajudam a entender como funciona o estabelecimento dos preços:

1.       Muitos se aproveitam da nostalgia para vender algo a um preço mais caro;
2.       Muitos usam os preços de item que estão à venda para estipular o próprio preço;
3.   Muitos declaram que o item que possuem é raro, só que se baseiam em informações erradas ou usam essa palavra de qualquer forma;
4.    Muitas vezes o produto não está em bom estado, ainda sim ele é oferecido a um preço alto como se o estado do produto não importasse;
5.       O valor do games está diretamente ligado a qualidade/fama do mesmo e não na sua disponibilidade (essa é a mais importante).

Até aqui é muita informação, e para quem coleciona esses fatos já são conhecidos, por outro lado, para a maioria das pessoas, isso pode não ser algo conhecido, por isso é preciso explicar isso para entender os preços.

Antes de mais nada, é preciso compreender que tudo isso se referente ao mercado retro de games e não aos games atuais, além disso, games retro não fazem parte da “economia” atual, por assim dizer, por isso não usamos argumentos de inflação ou tal, estamos falando de objetos fabricados a 30 ou 20 anos atrás e não de algo fabricado atualmente (existe um outro motivo que vou explicar adiante).

(Isso que é um cartucho caro)

Vamos aos fatos

Como dito anteriormente, muitos dos preços são estipulados pelos vendedores por causa da febre de colecionar games, vendo que esses itens vendem bem, eles jogam o preço lá em cima e esperam vender.

Quando uma pessoa quer vender um game, por exemplo, Super Mario World, ela vai primeiramente pesquisar por quanto os outros vendedores estão oferecendo esse mesmo game e anunciará o seu produto na mesma faixa de preço, achando que esse produto vale realmente isso. Nesse caso, ele perceberá que o preço do cartucho do Super Mario World gira em torno de R$ 80 a R$ 100 ( versão americano).


O que muitos não percebem, é que quando um game é oferecido a um preço bom ou justo, ele é vendido rapidamente, geralmente no mesmo dia, enquanto games que estão a um preço inflamado são o que ficam meses ou anos anunciado e são esses que justamente as pessoas usam para definir o preço de um game.

Alegar que um game é raro é muito fácil, pois a pessoa ouvir em algum lugar que determinado item é raro e ela assume que é raro, em outros casos pelo item ser diferente do padrão, a pessoa acha que é raro e o vende como se fosse. Um exemplo disso é os N64 série sabores, apesar de eles terem sido lançados perto do final da vida do N64, eles não são necessariamente raros, no máximo, são mais incomuns, se você procurar no Mercado Livre por um N64 da série sabores, com certeza encontrará uma porrada deles, isso abre uma brecha para se questionar “Se esse item é tão raro assim, como é que existe tantos desse mesmo item anunciado nesse site?” .
(Muitos consideram a série sabores algo raro, porém é bem mais comum que muitos podem imaginar)

Só explicando, existem sim cores mais raras do N64, porém é muito fácil encontrar o Cinza, verde e roxo, todavia isso não vem ao caso. É difícil saber com exatidão, não temos números exatos das vendas dessa versão, assim afirmar que a série sabores é raros é a mesma coisa que dizer o que tem dentro do buraco negro, ninguém sabe ao certo.

O 5º item é o mais importante das regras, pois é justamente ele que quebra toda a lei da oferta-demanda, se o game for bom, não importará quantas pessoas o querem ou a quantidade disponíveis de cartuchos, o preço dele automaticamente será mais elevado. No caso do Super Mario World, que para quem não sabe é o cartucho mais comum do Snes, vinha com a maioria dos consoles americanos já incluso, mesmo assim, por ele ser um clássico do Snes, é motivo suficiente para ignorar a disponibilidade dele e elevar o preço.

(Vendedores estúpidos)

E o Conker? Onde ele entra nisso tudo?

Após ler tudo isso, fica muito mais fácil compreender o que eu quero dizer e onde o Conker entra nisso tudo.

Uma das explicações que as pessoas usam para declarar a “raridade” do Conker é que ele foi lançado no final da vida do N64 e teve uma tiragem limitada, essa informação é verdade, porém a sua interpretação é errada pela maioria das pessoas, vamos entender o porquê disso.

O game mais vendido da Rare no N64, é o 007 Goldeneye, com 8 milhões de cópias vendidas, sendo que mais de 5 milhões delas são a versão americana do game, em comparativo o Conker vendeu 770 mil cópias, sendo 530 mil delas a versão americana (Conker não tem versão japonesa). Em um primeiro momento, realmente parece que o game é raro.

Porém, vamos pegar outro dois games da Rare, Killer Instinct Gold e Blast Corps, ambos tem uma vendagem bem parecida com o Conker, 820 mil para o Killer (610 mil americanas) e 710 mil para o Blast (390 mil americanas). Agora pesquise esses games no Mercado Livre e você verá que esses games tem um preço mais baixo que o Conker, mesmo que eles tenham uma tiragem quase igual ao Conker.

Para falar a verdade, Blast Corps é o game com o menor número de vendas da Rare no N64, o Conker é penúltimo, veja a tabela logo abaixo.

No momento em que eu estou escrevendo essa postagem, no ML tem 13 anúncios do Conker, agora pegue outro game, que é bem mais raro, como o Star Soldier: Vanishing Earth e verá que só tem 4 anúncios (dependerá de quando você estiver lendo esse texto, agora mesmo tem 6 anúncios do Star Soldier).

Veja que o que faz a diferença não é a tiragem do game e sim a fama do mesmo e sua qualidade, como eu já disse anteriormente na quinta regra “O valor dos games está diretamente ligado a qualidade/fama do mesmo e não na sua disponibilidade”.

Outra série que sofre do mesmo efeito é o Mario Party, o game que teve a "pior" venda foi o Mario Party 3 com quase 2 milhões de cópias, agora veja que o seu preço no ML está em torno de R$ 300,00. O que é muito para um game bastante comum (ou raro, depende do seu ponto de vista).

Apesar dos números enganaram muitos, não pense que só pelo fato do game ter vendido menos de 1 milhão de cópias que ele será automaticamente raro.

Como citei no meu texto sobre Doom Absolution, o Doom 64 vendeu menos que o Conker, mas nem por isso as pessoas consideram o Doom 64 raro.

Outra curiosidade, o site Micro 64 (site especializado em N64) tem uma lista de “raridade” do N64, onde é categoriza todos os games de 1 a 10 (1 sendo extremamente comum a 10 quase extinto), nessa lista o Conker é categorizado como 4, ou seja, comum.

A ilusão disso tudo na verdade está no fato do game ser cobiçado e ter pouco rotatividade no mercado, ou seja, as pessoas que tem o game não querem se livrar dele. Combine tudo isso com os outros fatos que citei antes e pronto! Você terá um game raro que na verdade é cobiçado e não tão raro assim.

Por isso que a fama e qualidade do game quebram todas as regras e lógica existentes.

O mercado retro é estranho, se você parar para pensar um pouco!

Números enganam

Sim, números enganam demais, na verdade, o que acontece é que nós que estamos analisando eles de forma errada.

Um exemplo.

Nós sabemos que o PlayStation 1 vendeu mais de 100 milhões de unidades, enquanto o N64 vendeu 32 milhões, para qualquer pessoa que olhe isso, considera que o N64 foi um fracasso de vendas e que o PlayStation foi um absoluto sucesso.

Agora, se você foi analisar os números de forma mais detalhada, você vai perceber que o PlayStation 1 vendeu 38 milhões de unidades na América do Norte e o N64 vendeu 20 milhões, para fechar a conta, coloque o Sega Saturn com os seus 1.83 milhões.

Sendo assim, o marketing share do PlayStation era de 63% e do N64 de 33%, nesse cenário, você vai perceber que no final a situação do N64 não era tão ruim, principalmente, se comparado ao do Saturn (3% do marketing share). A situação do N64 só foi ruim no Japão, onde vendeu bem menos.
(Nem o Segata pode fazer muito pelo Sartun)

Fatos e números soltos não representam nada enquanto não houve uma analise melhor do contexto daquele número, somente falar que o N64 foi um fracasso é um erro pois esse fato é relativo, bem como falar que Conker é raro é algo bem relativo.

Existem alternativas

Acredito que às vezes as pessoas esquecem que existem alternativas para se obter um determinado game. Muitas vezes isso envolve comprar a versão digital, como é com o Virtual Console, PSN ou Live, além de, por exemplo, temos a Steam (como é o caso de muitos games da Sega ou do Turok), porém se você quer uma versão física de Conker existem duas alternativas.

A versão do Xbox a “Live & Reloaded”, que é mais barata e com gráficos melhorados, além do seguimento de tiro está melhor por causa do controle do Xbox ter dois analógicos. Todavia, é uma versão mais “censurada” que a de N64, nisso entra nossa segunda opção.

Rare Replay apresenta a versão do Conker de N64, com gráficos HD, com um preço bastante acessível. Além disso, nessa compilação terá Banjo, Blast Corps, Jet Force Gemini e Perfect Dark, quer algo mais que isso?
 (Uma coletânea de peso)

O mais interessante é que mesmo com o lançamento do Rare Replay, a versão de N64 não abaixou de preço. Viu como o mercado retro é estranho?

[UPDATE] Essa semana, eu descobri que na Ali Express tem um vendedor que oferece repros de cartuchos de vários videogames, incluindo o de N64. Um deles é o Conker, então se você não se importa com o fato do game não ser "original" e prefira jogar no N64, compre essa repro.


Algumas explicações

Existem pessoas que têm como objetivo ter todos os games de N64. Existem vendedores que são realmente especializados em vender games e por isso, gera um custo a ele (porém, não acredito que o custo seja tanto para influenciar tanto os preços, pois estamos no tratando do “mercado cinza”). Com isso em mente, isso que eu escrevo não se refere a todos, existe uma parcela que não está ligada a toda essa situação, o que não significa que exime eles da culpa, todo mundo é culpado por isso, mesmo que indiretamente.

Sendo assim, existem pessoas que oferecem os games a um preço justo e pessoas que são conscientes de suas ações e sabem que não devemos fomentar o mercado retro se não ele inflamará ainda mais.

Eu sou o tipo de pessoa que quando ver o produto a um determinado valor, próximo do que quero, eu pergunto educadamente se o vendedor pode abaixar o preço, caso ele não queira, eu não compro e sigo em frente, assim como o vendedor tem o direito de pedir o valor que ele quiser pelo games, eu tenho o direito de comprar ou não.

Algumas pessoas podem argumentar que o preço é relativo e subjetivo, eu discordo plenamente isso, pois como eu expliquei, a fixação de preços do mercado retro não segue uma lógica e sim suas próprias regras que distorcem toda a situação, assim essas regras favorecem a quem vende e não a quem compra. Se para alguém, um Super Mario World que vale mais do que R$ 100,00 é o preço correto, leva mais em consideração fatores como emoção (nostalgia) do que a razão (conforme explicado por Carl Sagan, nossas decisões são primeiramente feitas pela emoção e depois nós procuramos uma razão para explicá-las, o que acaba criando uma visão enviesada que impede da pessoa compreender algo diferente). Na minha opinião, por mais que Super Mario World é um clássico e bom, nada disso por justificar o preço de mais de R$ 100,00 (exceto se for um game completo na caixa, na verdade eu duvido quem alguém tenha um Super Mario World americano completo na caixa, isso sim é raro!).

Outro ponto que citei no início desse artigo é que não podemos usar a inflação como argumento para games retro (ou mercado geral de games), por que disso? Todo o nosso mercado de games é baseado no mercado americano, ou seja, os preços dos games e consoles, porém a variação do preço não se deve a inflação (aumento generalizado dos preços dos produtos fabricados aqui) e sim ao câmbio, nesse caso em especifico a nossa moeda, muitos se enganam ao afirmar que a cotação do dólar variou, o que aconteceu foi a valorização ou desvalorização do real perante ao dólar, o dólar mesmo não tem variação! E se você perguntar o motivo de não podemos usar a inflação como argumento, lembre-se que nenhum console ou game (mídia) é fabricado aqui, é tudo importado! O mesmo acontece com o Xbox ou PlayStation, atualmente eles são montados aqui e não fabricados (mesmo esquema dos carros aqui no Brasil, eles são montados pela montadoras, por isso o nome MONTADORAS). Os preços dos games nos EUA não mudou (U$ 50 – U$ 60,00 para um game normal). Por isso que é errado falar sobre inflação, não existe relação. (exceto a Steam, onde ela tem preço localizados para o nosso mercado [leia-se adaptado], isso faz com que vala mais a pena comprar na Steam em reais do que em dólar)





 (Exemplos de anúncios dos anos 90 - Clique nas imagens para aumentar)

Nem a emulação parece surtir efeito, ela até faz que algumas pessoas deixem de colecionar para jogar pelo emulador, entretanto ainda existem pessoas cujo preferem ao hardware real (bem similar ao que acontecer com o vinil, que nos últimos anos tem tido as vendas cada vez mais altas).

Os números de vendas que usei são do site VGChartz, muitos podem questionar a confiabilidade das informações contida no site, eu acredito que os números apresentado no site, pelo menos, em relação ao N64 não devem fugir da realidade.

Conclusão

Existem alternativas, como procurar grupos de venda no Facebook ou em outros sites como OLX, geralmente lá, é possível encontrar itens por um preço bem menor do que é praticado no Mercado Livre. Também tem as famosas feiras do rolo, sebos e muito mais, o que não falta são opções para se procurar por jogos antigos.

O meu objetivo com esse texto não é só falar sobre a raridade do Conker, sim fazer as pessoas pararem por um instante e refletirem se o que acontece atualmente é correto, se o que está sendo cobrado é o preço correto e que você está pagando pelo cartucho e não pela fama dele.

Você pode até discordar do que eu estou falando, ainda sim, eu recomendo você parar por um momento e pensar no que está escrito e considerar se é certo ou não. Todos sabem que colecionar games é um hobby caro, e devemos entender o motivo/razão para tal, dessa forma, se números e fatos não ajudarem a compreender toda a situação e quão surreal ela é, então nada o fará.


Curtiram esse texto? Qual é a sua opinião depois de ter lido? Deixe o seu comentário logo abaixo!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Interview: Tony Thai


Warning: This is the interview in English. If you want to read it in Portuguese, click here.
Aviso: Essa é a entrevista em Inglês. Caso você queira ler em Português, Clique aqui.





On the first week of January we had a post here on the blog (if you haven’t read, click here) which is about the work of Taro Bando and the F-Zero X soundtrack, speaking briefly about both the story and the technical aspects.

In this article, I quoted Tony Thai, who rearranged the track of the first F-Zero (Snes) to be in the style of X. For the first time here on the blog, we will have an interview with musician Tony Thai.

The interview was done by email, it tackles some facts about Tony, his work itself and the F-Zero Franchise, I hope you enjoy it.

Without further ado, the interview ...




No início de Janeiro, nós tivemos um post aqui no blog (caso não tenha lido clique aqui) que falava sobre o trabalho do Taro Bando e da trilha sonora do F-Zero X, falando brevemente de ambos, tanto da história quanto dos aspectos técnicos.

Nesse artigo, eu citei o Tony Thai, que fez o rearranjo da trilha do primeiro F-Zero (Snes) para que ficasse no estilo do X. Pela primeira vez aqui no blog, teremos uma entrevista, com o músico Tony Thai.

A entrevista foi feita por email, ela aborda alguns fatos sobre o Tony e o seu trabalho em si, espero que gostem.

Agora, caso você queira ler a entrevista no idioma original (inglês), então clique aqui para se direcionar a ela.

Sem mais delongas, a entrevista...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Podcast Quebrador de Jarros - Download

 Oi, Pessoal!

Depois de muito tempo, finalmente estamos disponibilizando todos os episódios do nosso podcast para download.

Eles estão em MP3 com qualidade 128k, isso é bom para as pessoas que gostam de ouvir em celulares, MP3 ou em qualquer outro dispositivo móvel.

Além disso, o primeiro podcast, que é o especial de 20 anos do N64, está com o áudio corrigido e é possível ouvir claramente todo mundo.

Os episódios estão upados no Mega, segue o link abaixo:

Download Podcast

Espero que gostem!

Até a próxima.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Podcast 8 - Valeu a pena o Wii U?


Esse é mais um podcast Quebrador de Jarros e dessa vez, estamos falando sobre o Wii U e se ele valeu a pena, nessa edição temos a participação especial do Artur do Canal "Super Vocetubeia 64".

Falamos sobre o pontos fortes e fracos do console, de alguns games indispensáveis e nossa opinião final.

Espero que curtam!

Semana que vem teremos o podcast comentando sobre a apresentação oficial do Nintendo Switch e dos games, até então, mostrados e confirmados.

Até semana que vem!

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